sábado, 7 de janeiro de 2012
terça-feira, 15 de novembro de 2011
NATAL EM PAZ
NATAL EM PAZ Por Débora Villela Petrin |
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Aromas de amor, pingando células de luz,
cobrem os paladares ávidos de harmonia,
Reis se acomodam em cadeiras soberbas,
'a espera do ser magistral, em sua imagem sagrada,
Espelhos rotativos cruzam caminhos sangrentos,
sem mágoas aparentes, a celebração é consagrada na taça mágica da vida,
Nasce a figura do libertador! Envolta em manta transparente,
a palavra PAZ é nomeada como fonte de vida eterna,
Os olhos sentem a magnitude da fé,
transbordando o tom da oração aos corações sedentos.

Noite Mágica - Débora Villela Petrin

sábado, 12 de novembro de 2011
A rosa de Natal - (Selma Langerloff)

sábado, 29 de outubro de 2011
VOVÓ E NETINHA

Era uma vez uma vovó que queria visitar a netinha para levar para ela um delicioso bolo e um casaco de presente.
A avó abriu a porta (abrir a mão direita),
Saiu (levantar o polegar),
Fechou a porta (fechar a mão),
Subiu colina, desceu colina, subiu colina, desceu colina (movimentar as mãos em sobe e desce).
Bateu à porta (toc, toc, toc, batendo na mão esquerda, que está fechada),
Mas não havia ninguém em casa.
Então, ela voltou pra casa.
Subiu colina, desceu colina, subiu colina, desceu colina (movimentar as mãos em sobe e desce).
Abriu a porta (abrir a mão direita),
Entrou (recolher o polegar direito),
E fechou a porta (fechar a mão direita).
No outro dia, a netinha resolve visitar a avó.
(Atenção, repetir o processo com a mão esquerda, sendo que a vovó também não está em casa!)
Um dia, as duas têm a mesma ideia de se visitarem e saem de casa,
(Atenção, repetir o processo com as duas mãos juntas)
Elas se encontram no meio do caminho...
E se beijam felizes!
Fonte: Caso alguém conheça a autoria, favor me avisar.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Bumba-meu-boi
Recontada por Claudia Rodrigues Gomes
Foi há muito tempo que tudo aconteceu, em uma fazenda cujo dono era muito rico, suas terras se estendiam a perder de vista, havia várias criações de animais como gado, porcos, galinhas... Nesta fazenda também havia muitos empregados.
Um dia Catirina ,que estava grávida , e era esposa de um caboclo chamado Francisco , sentiu desejo de comer língua de boi
- Francisco, tô com vontade de comer língua de boi - disse a mulher.
- Você está doida, mulher? Desde quando pobre come carne? Não temos boi. O gado pertence ao patrão.
- Ah! Francisco, eu quero! Tenho uma idéia, você não precisa matar o boi, é só cortar a língua dele, ninguém vai perceber.
- Ah! Não, não e não.
Mas Francisco, naquela noite ficou preocupado e não conseguia dormir, andava de um lado para o outro sem parar. Até que , de repente... ele decidiu ; pegou um facão, foi até o pasto e escolheu o boi mais gordo, mais bonito e que parecia mais forte. Levou-o para a mata e então cortou sua língua, deixando-o amarrado a uma árvore.
Levou a língua para casa e Catirina colocou na panela, cozinhou, cozinhou e depois que estava pronta , ela comeu, comeu, comeu até não aguentar mais, sua barriga parecia que ia estourar de tão grande que ficou.
Quando estava quase amanhecendo , o fazendeiro foi ver os animais e sentiu falta do seu boi de estimação . Ele ficou furioso e chamou o capataz, e perguntou se ele havia visto o boi. Como o capataz não tinha visto nada o fazendeiro disse:
- Mande o capitão do mato reunir uns índios para sair à procura do boi na mata, porque os índios conhecem bem todos os caminhos.
Francisco estava muito preocupado com o boi e foi até a mata . Chegando lá ele viu que o boi estava moribundo, então ficou desesperado, sem saber o que fazer.
O capitão do mato acabou encontrando Francisco com o boi e perguntou o que tinha acontecido. Francisco explicou tudo e o capitão do mato disse:
- O patrão vai tirar seu “coro”, este boi era o preferido dele. Vou chamar um veterinário.
Quando o veterinário chegou examinou, examinou e disse:
- Esse não tem mais jeito.
O capitão do mato chamou um padre, que rezou, rezou, rezou e nada, e quando o boi deu o último suspiro ele falou:
- Não posso fazer milagres.
O capitão do mato levou todos até a fazenda, e quando o fazendeiro viu seu boizinho preferido mortinho, ficou doido de raiva e quis explicações.
O patrão mandou castigar Francisco com chibatadas e depois o expulsou da fazenda com sua mulher.
Francisco , machucado , e Catirina foram embora para a mata. Andaram, andaram, andaram... até que encontraram um Pajé, que foi logo perguntando o que faziam ali. Eles explicaram tudo e o Pajé disse:
- Vamos até a fazenda que vou tentar ajudá-los. - E foram.
Chegando lá ele pediu que todos se concentrassem, deu um remédio à base de ervas para o boi, fez rezas e entoou cantigas, pois o Pajé possui muita sabedoria, conhece muitas rezas, muitas ervas que curam, cantigas sagradas e histórias.
E de repente o boi começou a se mexer, mexer e foi levantando até que ressuscitou, e começou a dançar.
Todos ficaram muito felizes e fizeram uma festa. O patrão perdoou Francisco e Catirina. E até hoje se comemora a festa do boi em vários lugares do Brasil.

